Celebração à Semana do Público!

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Amig@s da Capital de Mato Grosso do Sul,

Realizaremos uma série de atividades no Museu da Imagem e do Som, do dia 9 a 13 de maio (sempre às 19:00), em celebração à Semana do Público.

Ao longo dessa semana, diversos cineclubistas, professores, ativistas e estudantes da cidade estarão reunidos no evento em defesa à democracia, à liberdade de expressão e ao direito à arte e à informação.

Todos os dias serão gratuitos e abertos à comunidade geral.

Confiram a programação:

– 9 de maio (segunda-feira) – CINECLUBE TRANSCINE

Sessão de Curtas
Vidiculo 1 (2:39 / direção: Givago Oliveira e Mariana Sena / 2015)
Vidiculo 2 THI (5:21 / direção: Givago Oliveira e Mariana Sena / 2016)
Teaser oficial T’amo (3:10 / direção: Mariana Sena / 2012)
Não e sim (4:46 / direção: breno benetti / 2013)
Eu livre (2:04 / direção: Alline Areco / 2016)
Repetições! (4:15 / direção: Mariana Sena / 2012)
Argento (12:25 / direção: Mariana Sena / 2015)

Mediação do debate: Mariana Sena Figueiró
Classificação indicativa: 14 anos


cineclube guarani– 10 de maio (terça-feira) – CINECLUBE GUARANI

Sessão de longa-metragem


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Barravento (1h 20min/ direção: Glauber Rocha/ 1962)

Mediação do debate: Patrik Adam
Classificação indicativa: 12 anos

– 11 de mario (quarta-feira) – CINECLUBE CINEMA (D)E HORROR

Sessão de longa-metragem

Carmilla (The Vampire Lovers/ 91 min/ Direção: Roy Ward Baker /1970)

Mediação do debate: Ramiro Giroldo
Classificação indicativa: 14 anos

– 12 de maio (quinta-feira) – LAVALMA | Laboratório de Antropologia Visual Alma do Brasil

Sessão de Curtas

Não se vende a mãe! A retomada do território, o Kaiowá e algo mais… (33 min./ direção: Lelo Marchi/ 2016)
A procura de Marçal (20 min. / direção: Carol Caco e Natália Moraes/ 2016)
Mediação do debate: Lorraynne Alves, Carol Caco e Natália Moraes
Classificação indicativa: 12 anos

– 13 de maio (sexta-feira) – Painel CINEMA NAS ESCOLAS: PROPOSTAS E REFLEXÕES SOBRE A LEI 13.006

 

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Painelistas:

Constantina Xavier – Professora do Curso de Pedagogia na Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), Mestre e Doutora em Educação (UFMS/ FEUSP)

Carolina Sartomen – Diretora de Formação e Projetos do Conselho Nacional de Cineclubes (CNC), Mestre em Estudos de Linguagens, Integrante do Grupo de Trabalho Cinema na Escola (MinC/ MEC/ Sociedade Civil)

Airton Raes Fernandes -Jornalista, Produtor Audiovisual, Presidente do Fórum Municipal de Cultura e Diretor do Colegiado Setorial de Audiovisual de Campo Grande

Juvenal Brito Cezarino Jr. – Professor de Literatura e Língua Portuguesa no Instituto Federal de Mato Grosso do Sul (IFMS), Graduado e Mestre em Letras (UFMS/ UEMS).

Venham tod@s!
Nós Somos o Público!
Pelos Direitos do Público!
Filmes São Feitos Para Serem Vistos!

#ResistênciaCineclubista #CineclubeMS #CineclubeBrasileiro#CinemaParaTodos #CinemaEducação #CinemaPelaDemocracia#CinemaPelosDireitosHumanos
#PelosDireitosDoPublico

CARTA DOS DIREITOS DO PÚBLICO OU “CARTA DE TABOR”
A Federação Internacional de Cineclubes (FICC), organização de defesa e desenvolvimento do cinema como meio cultural, presente em 75 países, é também a associação mais adequada para a organização do público receptor dos bens culturais audiovisuais.Consciente das profundas mudanças no campo audiovisual, que geram uma desumanização total da comunicação, a Federação Internacional de Cineclubes, a partir de seu congresso realizado em Tabor (República Tcheca), aprovou por unanimidade uma
Carta dos Direitos do Público
1. Toda pessoa tem direito a receber todas as informações e comunicações audiovisuais. Para tanto deve possuir os meios para expressar-se e tornar públicos seus próprios juízos e opiniões. Não pode haver humanização sem uma verdadeira comunicação.
2. O direito à arte, ao enriquecimento cultural e à capacidade de comunicação, fontes de toda transformação cultural e social, são direitos inalienáveis. Constituem a garantia de uma verdadeira compreensão entre os povos, a única via para evitar a guerra.
3. A formação do público é a condição fundamental, inclusive para os autores, para a criação de obras de qualidade. Só ela permite a expressão do indivíduo e da comunidade social.
4. Os direitos do público correspondem às aspirações e possibilidades de um desenvolvimento geral das faculdades criativas. As novas tecnologias devem ser utilizadas com este fim e não para a alienação dos espectadores.
5. Os espectadores têm o direito de organizar-se de maneira autônoma para a defesa de seus interesses. Com o fim de alcançar este objetivo, e de sensibilizar o maior número de pessoas para as novas formas de expressão audiovisual, as associações de espectadores devem poder dispor de estruturas e meios postos à sua disposição pelas instituições públicas.
6. As associações de espectadores têm direito de estar associadas à gestão e de participar na nomeação de responsáveis pelos organismos públicos de produção e distribuição de espetáculos, assim como dos meios de informação públicos.
7. Público, autores e obras não podem ser utilizados, sem seu consentimento, para fins políticos, comerciais ou outros. Em casos de instrumentalização ou abuso, as organizações de espectadores terão direito de exigir retificações públicas e indenizações.
8. O público tem direito a uma informação correta. Por isso, repele qualquer tipo de censura ou manipulação, e se organizará para fazer respeitar, em todos os meios de comunicação, a pluralidade de opiniões como expressão do respeito aos interesses do público e a seu enriquecimento cultural.
9. Diante da universalização da difusão informativa e do espetáculo, as organizações do público se unirão e trabalharão conjuntamente no plano internacional.
10. As associações de espectadores reivindicam a organização de pesquisas sobre as necessidades e evolução cultural do público. No sentido contrário, opõem-se aos estudos com objetivos mercantis, tais como pesquisas de índices de audiência e aceitação.
Tabor, 18 de setembro de 1987

Comemora-se o Dia do Público no dia 10 de Maio

Porque 10 de Maio?
Já a escolha do dia 10 de maio como data para celebração mundial do Dia do Públicofoi proposta pelo cineclubista brasileiro Felipe Macedo, visando resgatar e simbolizar no episódio da Revolta do Astor Place, ocorrido em 10 de maio de 1849, em Nova York, a retomada pelo movimento cineclubista

 

cnc

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